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Hoje é segunda-feira , 10 de dezembro de 2018 - Avaré - SP

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Da Redação

Na sessão de Câmara da última segunda-feira, 1, a Tribuna Livre foi utilizada pelo empresário Claudio Rainho, piscicultor que possui sua empresa na zona rural de Avaré, com acesso pela Estrada da Água da Onça. Ele foi à Câmara reclamar do transporte escolar que apanha os alunos diariamente na zona rural.

“Trata-se de um problema recorrente de outros tempos, inclusive, fiz uma indicação de lei quando a Câmara ainda tinha 17 vereadores, que foi aprovada por unanimidade, que dizia que o transporte deve buscar as crianças o mais próximo de suas residências, na área rural principalmente”, disse Claudio Rainho.

Segundo consta, os ônibus e peruas que transportam os alunos da zona rural não entram até próximos das suas residências, obrigando todos a fazerem caminhadas longas durante a madrugada, uma situação crítica tanto para as crianças como para as mães. “Hoje na área rural nós temos um problema muito grave, que é a incidência grande de animais silvestres como javalis e onças. Minha filha acorda as 4h da madrugada para pegar o transporte às 5h30. Antes os motoristas entravam nas propriedades, mas de uns tempos para cá, não sei se por questão de economia, alguns governos começaram a muda isso daí. E eu não sei se é por questão de economia, porque eu acho que o dinheiro do Fundeb é pra essa finalidade, os governos numa tentativa de economizar estão sacrificando as crianças, colocando em risco a vida e a integridade dessas crianças”, argumentou Rainho.

O empresário pediu aos vereadores que esquecessem um pouquinho a sigla política, e o ajudassem a interceder junto ao prefeito para solucionar essa questão. “Eu já procurei o prefeito, e tanto ele como o secretário Glauco dizem o seguinte: que não é eles que determinam se devem entrar na propriedade, eles culpam os funcionários dizendo que isso é complô contra eles. E por sua vez os funcionários me alegam categoricamente que é o prefeito e o secretário que proíbem eles de entrarem nas propriedades”.

O empresário disse que na época que fez a indicação aos vereadores, sugeriu uma ressalva para que propriedades que tivessem porteiras, colchetes entre outros tipos de obstáculos não precisariam que o transporte adentrasse, mas nas que possuíssem entrada livre que os veículos chegassem o mais próximo possível das casas dos alunos.

JOGO DE EMPURRA – Claudio Rainho disse ter tudo documentado com gravações as conversas que teve com todos, inclusive com o encarregado pelo transporte escolar da Prefeitura, Márcio Bertoni, que alegou que recebeu ordens do prefeito e da secretária da Educação para que os veículos não entrassem nas propriedades rurais.

“Um detalhe que vale ressaltar é que a prefeitura manda um ônibus com capacidade para 60 crianças, para transportar apenas 11 crianças em nossa linha das estradas das usinas, antiga Água da Onça, gerando um alto custo para os contribuintes, ja que uma kombi ou uma van pequena daria conta para efetuar o transporte das crianças”, ressaltou Claudio Rainho em nota enviada à reportagem do Jornal A Comarca.

08 out 18
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